domingo, 27 de janeiro de 2013

Brasil, Sistema Tributário, Educação e Atraso .

Por Mendonça Prado
Dep. Federeal por Sergipe


Como patriota devo dizer que o crescimento econômico brasileiro tem ocorrido de forma acanhada, para descrever um país, lamentavelmente, com uma economia estagnada.  Quando comparado com a Rússia, Índia e China o Brasil fica na lanterna com taxas medíocres. Ao ser cotejado com os demais da América Latina também não é diferente.

O Brasil insiste em manter uma das mais elevadas cargas tributárias do planeta e deixar a educação para um segundo plano. Essa combinação nociva tem frustrado os sonhos governamentais de um crescimento correspondente ao nosso potencial.

Os países que estão evoluindo de forma rápida são aqueles que planejam e priorizaram o sistema educacional com professores capacitados e bem remunerados.  As semelhanças dos dados educacionais com os dados econômicos mostram claramente essa situação. Quando os alunos são bem avaliados e o sistema educacional é aprovado, coincidentemente há um incremento econômico. A educação, portanto, é a base do desenvolvimento.

Em relação ao sistema tributário, podemos afirmar que aqui é o ambiente da insensatez. Não há como prosperar, gerar empregos e contribuir com entusiasmo para a elevação do Produto Interno Bruto – PIB, pagando os inumeráveis tributos que são arrecadados neste país. As pessoas físicas e jurídicas do Brasil são praticamente assaltadas pelos governos federal, estadual e municipal. O número de impostos, taxas e contribuições é tão grande que poucos sabem identificar.

Destarte, se não mudarmos esses sistemas seremos detidos pelo atraso.